sábado, 4 de outubro de 2008

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Mais de 100.000 Gorilas descobertos no Congo


Na zona de clareira da floresta avistam-se muitos
Gorilas ocidentais procurando comida.

Uma estimativa de 125.000 Gorilas do Ocidente (Gorilla gorilla gorilla) vivem na África equatorial, isto duplica o número de indivíduos que desta espécie rara em vias de extinção.


"É bastante surpreendente", reportou Hugo Rainey à CNN, um dos pesquisadores, que conduziu a pesquisa para a norte-americana Wildlife Conservation Society.

O último censo sobre esta espécie, realizou-se durante a década de 1980, estimava que existiam apenas 100.000 gorilas a nível mundial. Desde então, os pesquisadores estimadaram que os números tinham sido reduzidos para metade.


Distribuição do Gorila do Ocidente Gorilla gorilla gorilla.

Esta espécie vive em forestas tropicais de muitos países africanos, incluido a República do Congo, onde foram recentemente descobertos 125.000 primatas.

-Notícia na CNN-

Publicada dia 6 de Agosto de 2008

Notícia original ttp://edition.cnn.com/2008/WORLD/africa/08/05/congo.gorillas/index.html#cnnSTCText

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Lóris Delgado

Super-família Loroidea; Família Loridae
Loris tardigradus

Características distintivas
A coloração desta espécie varia com as subespécies: cinzento, castanho ou avermelhado, com ou sem uma risca dorsal.


Características físicas
cabeça e comprimento do corpo: 180-260mm.
comprimento da cauda: 4-7mm.
peso: 102-285g.
índice intermembranal**: 93.
peso cerebral do adulto: 6.7g.


Habitat
Floresta húmida tropical, matas secas, pântanos e zonas montanhosas até aos 1850m.



Dieta
Maioritariamente constituída por insectos. Também comem folhas, rebentos, frutas, flores, ovos e pequenos vertebrados. Os insectos são detectados pelo cheiro.

História de Vida
(me=meses)(d=dias)(a=anos)
Desmame: 5-6mo.
Ciclo Estral: 29-40d.
Gestação: 166-169d.
Idade ao 1º nascimento: 17-18me.
Intervalo entre nascimentos: 9.5me.
Longevidade: 15a.

Os acasalamentos ocorrem em Abril – Maio e Outubro – Novembro.
Os nascimentos ocorrem na primavera (1 ou 2 loris) mas em cativeiro ocorrem ao longo do ano. Os loris têm dois pares de glândulas mamárias. Na fase estral a genitália fica avermelhada e inchada. Os bebés estão agarrados ao pêlo da mãe. Estes nascem com sucesso pela cabeça ou pela culatra. A mãe não ajuda o bebé lori na amamentação. A placenta é ingerida.


Locomoção
Quadrúpede, trepador.

Estrutura Social
Procuram alimentos sozinhos. Por vezes, os adultos podem procurar alimento aos pares.
Tamanho do grupo: 2-4 indivíduos dormem juntos.
Extenção do território: 1ha
Tamanho do território à noite: NA*


Comportamento
Nocturno e Arbóreo. Ocasionalmente, esta espécie, vem até ao chão. Se são ameaçados estes conseguem mover-se rapidamente. Descansam enrolados, formando uma bola. Em cativeiro, as mães cuidam dos seus bebés e dos outros também. Estas respondem às vocalizações dos loris bebés.


Acasalamento: A fêmea usa a urina como marca antes do acasalamento. Existem várias cópulas, 6 em 2 horas. Cada uma dura entre 2 a 17 minutos. Durante a cópula a fêmea esta suspensa num ramo pelos 4 membros.
Marcas odoríferas: O território é marcado por urina. Se forem ameaçados os loris olham fixamente para o alvo, rosnam e produzem um odor desagradável através da sua glândula braquial.
Vocalizações: Esta espécie não possui nenhuma vocalização de alarme. A vocalização territorial é um apito dado maioritariamente pelos machos.

Local para pernoitar: As arvores ocas não são usadas.


* não atribuído.
** é um valor conseguido através da proporção do comprimento dos membros anteriores aos membros posteriores. Esta informação é importante para paleontólogos, que só podem fazer a inferência sobre o comportamento dos animais fósseis que encontram. Todos os primatas estão numa escala de 50 para 150. O índice intermembranar indica o tipo geral de locomoção.

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Fonte bibliográfica e fotográfica: ROWE, Noel; The Pictoral Guide to the Living Primates; Pogonias Press; 1996; Charlestown, Rhode Island, USA.Fonte bibliográfica: ROWE, Noel; The Pictoral Guide to the Living Primates; Pogonias Press; 1996; Charlestown, Rhode Island, USA.


#004

terça-feira, 23 de setembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Ofertas de Emprego - Setembro 2008

Research Program Manager I, Wisconsin National Primate Research Center
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1329
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Junior Faculty Position, Harvard University
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1326
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Laboratory Technician, Wake Forest University Health Sciences
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Research Associate - Small Animal, SNBL USA, Ltd.
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1324
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Research Associate - Non Human Primate, SNBL USA, Ltd.
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1323
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Employee-in-Training Research Associate, Wisconsin National Primate Research Center
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1322
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Field Assistants: Behavioral Ecology of Phayre's Leaf Monkeys, Andreas Koenig - Stony Brook University
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Field Research Assistant: Social effects of translocation in threatened Ecuadorian mantled howlers, University of Texas at San Antonio
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1320
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Research Assistant: Howling Monkeys in Tabasco, Mexico, Washington University in St. Louis, Dept. of Anthropology
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Chimpanzee volunteer, Stichting AAP
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1317
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research assistant, Max-Planck-Institute for Evol. Anthropology
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Postdoctoral Fellow in Visual Neuroscience, Medical College of Georgia
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1315
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Operations Manager, Duke University Lemur Center
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Volunteer Field Assistant: Titi Monkey Behavior in Santa Cruz, Bolivia, State University of New York, Oneonta
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1312
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Regional Biocontainment Laboratory Support Services Manager, University of Pittsburgh
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Primate Behavior and Conservation Field Course in Costa Rica, StateUniversity of New York, Oneonta
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1309
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Gorilla Rehabilitation Manager, The Dian Fossey Gorilla Fund International
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1311
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Field assistant (volunteer), Mary Blair, Ph.D. Candidate at ColumbiaUniversity

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Planeta Terra - The Planet Earth

O Blog Macacologia apresenta uma nova secçao...filmes (a maioria em inglês) sobre primatas.

O blog tem recebido algumas visitas de paises de lingua inglesa, e não só...sendo assim mais informação pode ser visualizada em inglês, para além das notícias.

Este primeiro video é dedicado ao nosso planeta e à espectacular vida que o habita.

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The blog Macacologia presents a new section...Movies, the most of them in English, about primates.

Recently the blog had some visitors from English countries speakers. So, now we have more information in English, in addition to the news section.

This first video is dedicated to our planet and the spectacular life that inhabits it...enjoy!

domingo, 31 de agosto de 2008

Hominídeo com 7 milhões de anos


CHICAGO (AFP)- Caçadores de fósseis franceses conseguiram definir a idade dos Toumai, que remarca para o humano mais antigo alguma vez descoberto, entre 6.8 e 7.2 milhões de anos.

O fóssil foi descoberto no deserto de Chadian em 2001 e desenrolou-se um intenso debate sobre se o crânio quase completo, pedaços de ossos da mandíbula e dentes pertenciam ou não a um dos nossos ancestrais.

Críticos disseram que o Crânio do Toumai era demasiado achatado para pertencer a um hominídeo – que não têm a capacidade cerebral que dá primazia aos seres humanos – e o tamanho pequeno indica uma criatura com não mais de 120 centímetros de altura, cerca do tamanho de um chimpanzé quando anda.

Resumindo, eles disseram que, o Toumai não deveria ter sido baptizado pelo investigador francês Michel Brunet como hominídeo honorífico, Sahelanthropus tchadensis – quando apenas era um vulgar macaco.

Os que suportam que o Toumai era uma hominídeo dizem que, usando reconstruções 3D por computador consegue-se visualizar diferenças claras entre a estrutura do crânio do Toumai, gorilas e chimpanzés e indica que o Toumai conseguia deslocar-se em dois pés, algo que os primatas mais próximos não conseguem fazer.

Se o Toumai for realmente um humano, isto significa que a história da evolução separa-se entre os grandes primatas e os humanos, ocorrendo mais cedo do que se pensa actualmente.

E definir esta idade é a chave para redesenhar o mapa da evolução.

Brunet escreveu num estudo que foi publicado na edição de Março da Proceedings of the National Academy of Sciences. “Os dados radiocronológicos relativos ao Sahelanthropus tchadensis … é uma importante pedra para estabelecer as primeiras fases da evolução dos hominídeos e para novas calibrações dos relógios moleculares,”

“Assim, o Sahelanthropus tchadensis testemunha que a última divergência entre os chimpanzés e os seres humanos não é, certamente, muito mais recente do que à 8 milhões de anos.”

Provavelmente o Toumai viveu “muito próximo do tempo que surgiu esta divergência, contrária à improvável - explicação provocativa – que recentemente sugere uma possível hibridação na linhagem humanos-chimpanzés inferior a 6,3 milhões de anos.”

Se os Toumai – o nome significa “esperança de vida” no idioma local Goran – for aceite como ser humano, as implicações são grandes.

Os fósseis foram encontrados a oeste do Great Rift Valley. Se este ainda é visto como o lar do início da humanidade, implica que o início dos hominídeos começou muito mais cedo do que se pensava anteriormente. Esta descoberta também implica que os hominídeos evoluíram rapidamente a partir dos macacos após eles se separarem de um ancestral comum primata.

Os hominídeos são considerados os precursores dos anatomicamente modernos humanos, que entraram em cena há cerca de 200.000 anos atrás.

Ainda não é clara, porém, é exactamente a linha de genealogia destas pequenas criaturas parecidas com os macacos, que aumentam o potencial da inteligência dos actuais Homo sapiens.
Publicada dia 27 de Fevereiro de 2008