terça-feira, 28 de outubro de 2008

Parque no Uganda tem uma nova familía de Gorilas

Uma nova família de Gorilas de montanha, uma das espécies mais ameaçadas do mundo, está pronta para começar a interagir com turistas.
Lillian Nsubuga da Uganda Wildlife Authority disse: "Existe uma família de 13 indivíduos que tem vindo a ser habituada aos seres humanos".

Os especialistas começaram por acostumar a família, liderada pelo dorso-prateado Nduhura, em Outubro de 2006, quando uma das já habituadas famílias começou a dar sinais de se mover para junto da fronteira com a República Democrática do Congo (RDC).

A família do dorso-prateado Nduhura completou o processo de habituação que demorou dois anos, permitindo que este grupo suporte, dentro de um certo limite, a presença humana, até ao dia que o outro grupo cruza-se a fronteira. "O timing foi realmente perfeito," disse Hsubuga.

Os primatas em perigo de extinção trazem visitantes de todo o mundo até à floresta impenetrável do Uganda por um preço de 500 doláres americanos e são uma pedra angular da industria do turismo no Uganda.

Existem cerca de 350 gorilas de montanha a viverem no Uganda, metade da população mundial. A outra metade habita o Parque de Virunga, situado na RDC e no Ruanda.

"A população está estabilizada e pode aumentar," acrescentou Nsubuga. "Já para a população da RD do Congo, não posso ser tão optimista."

A instabilidade e violência no leste do Congo, tal como a cultura de comer carne de primatas e a caça furtiva, ameaçam as famílias de gorilas que vivem do outro lado da fronteira. Alguns indivíduos foram assassinados recentemente.

O percurso desde Kampala, capital do Uganda, até à floresta impenetrável de Bwindi, onde vive toda a população de gorilas de montanha, leva cerca de 13 horas.

Uma vez na floresta, os touristas podem caminhar horas por trilhos acidentados à procura de uma família. Depois de encontrada podem despender uma hora interagindo com os primatas.

"Demasiada comunicação com os humanos não é bom para estas populações," disse Nsubuga.

Actualmente, existem quatro famílias no Uganda que estão habituadas ao contacto com os seres humanos.


Publicada dia 3 de Outubro na AFP

Notícia original: http://afp.google.com/article/ALeqM5hYK8ugeIVyvS-qHrsdvvy6jmy5fQ

domingo, 26 de outubro de 2008

Documentários na TV

Segunda, dia 27 de Outubro
»07:00 - Resgate de Chimpanzés - Ep. 6«
Repetição às 12h50



Segunda, dia 27 de Outubro
»08:00 - Monkey Business«
Repetição às 08H00 e às 13h00 durante a semana toda, até sexta dia 31
»08:30 - Monkey Business«
Repetição às 08H30 e às 13h30 durante a semana toda, até sexta dia 31


Domingo, dia 2 de Novembro
»21:00 - Diário de Orangotangos - Ep.1«

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Western Lowland Gorillas

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Chimpanzé adopta duas crias de Tigre

A chimpanzé Anjna brinca com o tigre de apenas três semanas de idade, Mitra, que foi separado da sua progenitora após o furação.
Foto: barcroftpacific.com

Eles podem não ser do mesmo sangue mas o tigre Mitra, foi adoptado por uma chimpanzé...a sua mãe menos provável!

Mitra e o seu irmão Shiva, foram separados da mãe durante o furacão Hanna nos EUA, no mês passado.

Agora, os dois tigres brancos, com três semanas de idade, encontraram o conforto nos braços de uma chimpanzé chamada Anjna.

No estado selvagem estas duas espécies seriam improváveis companheiros, mas na segurança do Instituto das Espécies das mais raras e em maior Risco de Extinção, na Carolina do Sul, o chimpanzé e o tigre formaram um vínculo raro.

"Ela age como se fosse a mãe verdadeira deles," disse o Dr. Bhagavan Antle fundador do santuário de tigres (TIGERS). O santuário onde os tigres viviam foi apanhado pelo furação, por isso tiveram de mover os animais para casa. As crias foram separadas da mãe para sua própria segurança.

As crias foram então para o centro de animais recém-nascidos, China York, que conta com a ajuda de uma assistente muito especial, Anjna, uma chimpanzé que, desde que nasceu ajuda o centro nos cuidados e no crescimento das crias órfãs.

"Anjna, antes desta nova tarefa ajudou na criação de quatro leões, e eles eram inseparáveis. Ela é uma óptima assistente", disse o Dr. Antle.

O TIGERS é uma organização que trabalha na promoção da conservação da vida selvagem.

Publicada dia 13 de Outubro no The Daily Telegraph

Notícia original: http://www.news.com.au/dailytelegraph/story/0,,24485132-5001021,00.html


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Nova Espécie em Vias de Extinção

Um kipunji salta de um ramo para o outro uma floresta na Tanzania.
Esta descoberta classificou a espécie como "criticamente em risco de extinção" em Agosto de 2008.
Uma publicação de Julho contou apenas 1.117 indivíduos desta espécie, considerada a mais rara em África.
Descoberta em 2005, Rungwecebus kipunji foi primeiramente considerada como um tipo de mangabey e mais tarde identificada como o primeiro género de macaco encontrado desde 1923.
Foto por Tim Davenport/Wildlife Conservation Society


Uma descoberta recente reportou que uma espécie de macaco africano pode-se extinguir brevemente.

O estudo feito por investigadores da Sociedade para a Conservação da Vida Selvagem (WCS) sobre a espécie de macaco "three-foot-tall" descoberto na Tanzânia, revelou que existem apenas 1,117 indivíduos.

O Rungwecebus kipunji foi listado como espécie "criticamente em perigo de extinção" - a classificação mais elevada antes da extinção - pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) em resposta ao trabalho desenvolvido pela WCS.

"Sem dúvida, eles são agora a espécie de macaco mais rara em África, e eu imaginava que existiam muito poucos em números reduzidos," disse Tim Davenport, director da WCS na Tanzânia, que lidera uma das duas equipas de investigadores que separadamente identificaram a espécie em 2005.

Davenport ajudou a IUCN a avaliar o status da conservação do kipunji.


Novo Género

Davenport disse que as ameaças principais para o kipunji são os caçadores e a desflorestação ilegal nos planaltos a sul da Tanzania e nas montanhas Udzungwa, que vão até aos 2400 metros de altitude.

Como adultos, os macacos cinzentos-acastanhados de pêlo comprido pesam cerca de 18 gramas e emitem um som unico "honk-bark", assim designados porque o som parece "um ganso seguido de um cão", disse Davenport.

Originalmente, os cientistas pensaram que o macaco era uma nova espécie de mangabey, mas em 2006 a análise do DNA revelou que esta espécie pertencia a um novo género de primatas, designado por Rungwecebus - é o primeiro género descoberto em Àfrica desde 1923.

Patricia Wright, primatologista da Universidade de Nova Iorque Stony Brook, disse: "Se realmente se trata de um novo género, depois de salvarmos a espécie este feito torna-se muito mais importante."

Este primata poderá desaparecer nos próximos 20 ou 50 anos se não for preservado, disse Wright.


Contando cada Indivíduo

O estudo da WCS - publicado em Julho no journal Oryx - foi o resultado de mais de 2.800 horas de trabalho de campo.

Davenport disse que os census estimam as populações através de amostragens e extrapolação estatística.

"O que decidimos fazer implicou um pouco mais de tempo...na verdade, nós tentamos contar cada individuo...foi um estudo um pouco invulgar."

20 investigadores levaram 6 meses para seguir os movimentos de 34 grupos de kipunji, usando um sistema de GPS. Cada grupo tinha entre 30 a 36 indivíduos.

A equipa encontrou os macacos a viverem em duas regiões remotas, numa área de 17.7 kilometros quadrados, o que explica o porquê de esta espécie ter iludido os cientistas por tanto tempo.

Os investigadores disseram também que a população reduzida e tímida, também contribuiu para a obscuridade desta espécie.

Publicada dia 4 de Agosto de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Documentários na TV


Segunda, dia 13 de Outubro
»07:00 - África Extrema: Gorilas de Udzungwa «


Sexta, dia 17 de Outubro
»15:00 - Diário de Orangotangos - Ep. 3«


Sábado, dia 18 de Outubro
»0:00 - Diário de Orangotangos«
Repetição às 07:00

»15:00 - Primos: Os Gorilas«



Domingo, dia 19 de Outubro

»20:00 - Assassinos de Gorilas«
Repetição dia 20 às 00:15, 10:20, 13:40 e às 17:50

»21:00 - Dian Fossey na Montanha dos Gorilas«
Repetição dia 20 às 01:10, 11:10 e às 14:30, 18:45

domingo, 12 de outubro de 2008

Oportunidades de Emprego - Outubro 2008

Primate Behavior and Ecology Belize Field School, New Mexico State University
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Research Technician, HHMI/Stanford University
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Volunteer field assistant needed immediately - White-faced capuchins, Costa Rica, Valerie Schoof, Graduate student, Tulane University
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Field Assistants: Tufted Capuchin Monkey at Iguazú Falls Argentina, Andrea Green
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Primate Behavior & Ecology in Costa Rica, TREE Field Studies
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Clinical Veterinarian - Alice, Texas, SNBL USA, Ltd.