segunda-feira, 21 de julho de 2008

Ofertas de Emprego - Julho 2008

Field assistant for long term study of capuchin social relationships, UCLA
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1257
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Senior Animal Technician (Night Technician), UT M. D. Anderson Cancer Center, Department of Veterinary Sciences - Bastrop, Texas
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1259
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Census Technician, Charles River
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1260
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Field AssistantVocal Communication in wild western gorillas, Roberta Salmi
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1263
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Animal Technician, UT M. D. Anderson Cancer Center , Departmtnet of Veterinary Sciences - Bastrop, Texas
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1258
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Lemur Venture intern, Azafady
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1264
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Intern- Primate Caregiver, Center for Great Apes
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1267
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Project Manager, Wild Chimpanzee Foundation
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1265
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Post-Doctoral Fellow: Interdisciplinary Approaches to the Evolutionary Origins of the Human Mind, The George Washington University
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1266
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Primate Caregiver, Center for Great Apes
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1268
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Clinical Veterinarian, Alpha Genesis, Inc.
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1269
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Supervisory Veterinarian, Wa National Primate Reseach Center, University of Washington
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1270

Evolução dos lémures poderá esclarecer sobre a dos humanos


Nova análise genética estima, quando e como o ramo dos lémures, da família dos primatas, se separou do da espécie humana. (Créditos: Duke IGSP)


Depois de analisarem amostras de DNA de mais de 200 lémures e parentes próximos, os investigadores do Duke Institute for Genome Sciences & Policy (IGSP) e do Duke Lemur Center, têm agora uma visão mais clara da árvore evolutiva deste grupo de primatas.

Encontramos na natureza, apenas na ilha de Madagáscar, na costa do sudoeste litoral de África, os lémures e os seus parentes próximos, os lóris, que representam uma linhagem irmã de todos os outros primatas. Isto faz com que os lémures sejam a chave para percebermos o que nos distingue, e o que distingue todos os outros primatas de todos os outros animais – segundo Julie Horvath, investigadora pos-doc no IGSP.

Horvath, que trabalha no laboratório do director Huntington Willard do IGSP, disse “Se encontrarmos um traço ou uma característica partilhada entre os lémures e os outros primatas, isso pode-nos dizer o que é ou não específico e quando é que surgiu esse traço.”

Os investigadores desenvolveram um novo “kit filogenómico” que irá desempenhar um papel importante ao nível da conservação de espécies criticamente ameaçadas, ajudando a definir o número de espécies existentes – segundo David Weisrock, investigador pos-doc que trabalha com a directora do Duke Lemur Center, Anne Yoder.

Os cientistas descobrem relações evolutivas entre as espécies baseando-se em semelhanças e diferenças dos códigos genéticos. O aumento de genomas completamente sequenciados para os grupos evolutivos mais relevantes, permitiu resolver relações filogenéticas entre espécies que antes tinham sido consideradas ingovernáveis.

Segundo Horvath, as relações evolutivas, com a excepção dos humanos e dos chimpanzés, entre outros símios, macacos, e prosímios têm permanecido muito incompletas.

Para descobrir onde é que os lémures de Madagáscar se encaixam na história evolutiva, primeiro a equipa do IGSP e do Duke Center necessitava de desenvolver instrumentos para poderem comparar sequências de DNA de várias espécies de lémures a uma outra, e estas às sequências de outros primatas incluindo o homem.

Os investigadores identificaram cadeias das sequências de DNA comuns entre os genomas de humano, lémure-de-cauda-anelada e do lémure-rato. Estas sequências conservadas serviram como iniciadores (primers), permitindo que as sequências das várias espécies de primatas fossem comparadas.

Esta análise confirmou que o primeiro ramo a divergir do resto dos lémures, 66 milhões de anos atrás, foi o aye-aye – um primata nocturno que bate com os dedos nas árvores para ouvir os insectos dentro dos troncos, uma versão do pica-pau de Madagáscar.

Os cientistas também resolveram as relações filogenéticas entre espécies dentro das restantes quatro linhagens evolutivas, que inclui um diversificado elenco de personagens: o sifaka, têm este nome devido ao som que fazem “shee-Fak”; o lémure-desportivo, que é estritamente nocturno; o lémure-rato, o menor de todos os primatas existentes; e muitos chamados “verdadeiros lémures”, incluindo o lémur-preto-de-olhos-azuis e o lémur-de-cauda-anelada, que pode ser frequentemente encontrado em jardins zoológicos.

“Aplicando este dados ao problema, temos certeza absoluta, para além de qualquer dúvida estatística, que toda a matriz de lémures descendeu de um único ancestral comum”, disse Yoder, observando que os primatas representam 20 % de todas as espécies de primatas e vivem em menos de 1 % de toda a superfície da terra. Ela destaca ainda a importância de Madagáscar como um berço para a biodiversidade.

Este estudo estabelece bases para futuras investigações em lémures ou outros primatas. Os métodos que o grupo desenvolveu para este estudo também podem ser aplicados na compreensão de relações evolutivas de outros grupos de animais, onde as sequências genómicas são difíceis de obter.

Publicada dia 27 de Fevereiro de 2008

Notícia original: http://www.sciencedaily.com/releases/2008/02/080225213413.htm

terça-feira, 1 de julho de 2008

Documentários na TV


Quinta, dia 3 de Julho
» 15:00 - Coisas De Macacos: Episódio 1 «
Repetição às 23:00 e dia 4 às 06:00.


» 15:30 - Coisas De Macacos: Episódio 2 «
Repetição às 23:30 e dia 4 às 06:30.



Terça, dia 1 de Julho
» 09:30 - Dian Fossey Na Montanha Dos Gorilas «
Repetição dia 2 às 02:00.


» 22:00 - Caçadores De Babuínos «


Quarta, dia 2 de Julho
» 00:15 - O Predador E A Presa: Babuínos «


Sábado, dia 5 de Julho
» 17:50 - Caçadores De Babuínos «




Sábado, dia 5 de Julho
» 12:00 - Nosso Mundo: Orangutan Diaries «

sábado, 21 de junho de 2008


quinta-feira, 19 de junho de 2008

Best Photo Awards by National Geographic - Primates








Agradecimentos: amiga e colega Maria Pina, pelo e-mail informativo.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Vacina para o Vírus Ébola com Sucesso em Primatas

Uma das mais mortíferas doenças do mundo, causada pelo vírus Ébola, pode finalmente ser prevenida graças a investigadores do Canadá e dos E.U.A., que testaram várias vacinas contra o Ébola em primatas e estão agora à procura de adaptar esta aos humanos.

O Dr. Anthony Sanchez, do Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças em Atlanta, Georgia apresentou uma visão geral da vacina que foi desenvolvida, em 31 de Março de 2008, no 162º Encontro da Sociedade de Microbiologia Geral.
“A ameaça biológica imposta pelo vírus Ébola não pode ser ignorada. Cada vez mais ocorrem surtos desta doença mortal. Com as viagens de avião pelo mundo e o turismo, o vírus pode ser transportado para e de regiões mais remotas, tendo um grande potencial como uma arma de bioterrorismo” diz o Dr. Sanchez. “Necessitamos desesperadamente de uma vacina preventiva.”
Até agora foram registados cerca de 1500 casos de febre hemorrágica em humanos provocada por Ébola. A doença surge subitamente e os sintomas incluindo febre, dores de cabeça, dores de garganta, fraqueza, dores musculares, diarreia, vómitos e dores de estômago. Também podem ocorrer sintomas como, erupções cutâneas, olhos vermelhos e hemorragias.
A febre hemorrágica causada por Ébola pode atingir uma taxa de mortalidade de 90% em humanos.

Produzir e testar uma vacina contra este vírus perigoso é um desafio muito grande para os cientistas. Um factor significativo que atrasa o desenvolvimento da vacina, é que existe um número muito limitado de instalações e de pessoas preparadas e autorizadas para conduzir a investigação.
“O vírus Ébola é uma ameaça de nível 4, tal como outros vírus de febres hemorrágicas”, diz o Dr. Sanchez. “Assim como as dificuldades que se tem em arranjar a equipa certa e instalações para testar vacinas para vírus como Ébola, Marburg e Lassa, que têm sido difíceis de produzir porque as vacinas convencionais (com vírus desactivados) não accionam uma resposta dos anticorpos no sangue. Para estes vírus precisamos de obter uma resposta mediada por células, que envolve que o nosso corpo produza células T killer, eliminando os vírus imediatamente, em vez de uma resposta imunitária comum, mais demorada e menos eficiente. “
Os investigadores usaram algumas técnicas de DNA recombinante, que permitiu accionar a resposta mediada por células e produziram uma vacina que é eficiente para os primatas não-humanos. Uma das vacinas candidatas esta prestes a ser testada em pessoas pela primeira vez, depois de ter entrado em testes clínicos de Fase 1 no Outono de 2006.
"A infecção causada pelo vírus Ébola pode ser letal mas os macacos raramente sobrevivem à infecção e têm sido muito úteis como animal modelo. Os testes para esta vacina foram feitos em primatas não humanos e os resultados foram evidentes e permitiram desenvolver vacinas preventivas”, diz Dr. Sanchez. “Testes em humanos com sucesso significam que poderemos vacinar pessoas que trabalham durante um surto de febre hemorrágica por Ébola, ajudando-nos a proteger as suas vidas e a controlar a dispersão da doença.”
A equipa dos E.U.A. espera que as descobertas dos seus estudos providenciem conhecimentos que irão melhorar ou acelerar o desenvolvimento futuro de vacinas para outros vírus causadores de febres hemorrágicas, como o vírus Marburg, e agentes como o HIV e o vírus Influenza, causador da gripe das aves.


Publicada dia 31 de Março de 2008

Fotos: (De cima para baixo)
1) Electron micrograph of Ebola Zaire virus. This is the first photo ever taken,on 10/13/1976 by Dr. F.A. Murphy, now at UC Davis, then at CDC. Diagnostic specimen in cell culture at 160,000 x magnification. [brettrussell.com]
2) Dispersão de Ébola em África. Créditos: Brown University


Ofertas de Emprego - Junho 2008

Research Assistant, Disney's Animal Kingdom
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1223
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Penelope Bodry-Sanders & Mackarness Goode Animal Husbandry Internship, Lemur Conservation Foundation
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1222
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Research Associate - Non Human Primate, SNBL USA, Ltd.
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1218
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Veterinary Technician, SNBL USA, Ltd.
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1219
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Research Associate - Non Human Primate, SNBL USA, Ltd.
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1216
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Veterinary Technician, SNBL USA, Ltd.
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1217
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Environmental Enrichment Associate I, SNBL USA, Ltd.
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1220
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Research Scientist I - CNS Department, Roche Palo Alto LLC
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1221
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Two volunteer western lowland gorilla and agile mangabey (Cercocebus agilis) field assistant, Dzanga Sangha Protected Areas
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1215
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Field Director, Gunung Palung Orangutan Conservation Program
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1227
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Limited Term Assistant Professor, University of West Georgia
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1228
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Zoo Keeper - Primates, Houston Zoo, Inc.
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1225
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Research Assistant, Columbia University
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1229
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Research Assistant, Michale E. Keeling Center for Comparative Medicine and Research
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1231
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Baboon Behaviour and Physiology Field Assistant, George WashingtonUniversity
http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1213