terça-feira, 9 de junho de 2009
Oportunidades de Emprego - Junho 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Chimpanzés trocam carne por sexo! E funciona!
Os chimpanzés selvagens que partilham carne, com fêmeas da sua espécie, duplicam as probabilidades de terem sexo com essas fêmeas. Esta descoberta suporta uma hipótese de que a partilha de comida aumenta as oportunidades de acasalamento.O estudos mostraram que os chimpanzés machos partilham carne com as fêmeas, que usualmente não caçam. A razão para a partilha de carne, contudo, era um mistério - embora não muito difícil de adivinhar.
Os investigadores acrescentaram, que o mais surpreendente foi que os machos partilhavam a carne com as fêmeas que não apresentavam inchaço na zona genital, talvez na esperança de serem bem sucedidos no futuro.
O sexo "pode não ocorrer imediatamente - mas pode ocorrer no futuro," disse a co-autora do estudo Cristina M. Gomes, investigadora do Instituto Max Planck para a Evolução Antropológica na Alemanha.
Evolução a funcionar?
As descobertas podem esclarecer acerca das nossas próprias origens, disseram os investigadores.
Estudos de sociedades de caçadores humanos mostraram que, os caçadores com maiores capacidades tinham mais descendência e mulheres. Mas os investigadores estão divididos em como, ou se, as capacidades de caça e o acasalamento estão ligados.
O facto é que os chimpanzés machos também partilham carne com fêmeas não ovuladas e predispostas para acasalar, o que pode adicionar à discussão as capacidades cognitivas dos chimpanzés.
Isto pode sugerir que os chimpanzés podem antecipar interacções futuras ou relembrarem interacções que tiveram no passado.
Publicado dia 7 de Abril, 2009 no Journal PLoS ONE, National Geographic News, por Nick Wadhams em Naiorobi, Quénia.
Créditos Fotográficos: National Geographic
Notícia original:http://news.nationalgeographic.com/news/2009/04/090407-chimps-meat-sex.html
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Primata Fossilizado com 47 Milhões de Anos

Os investigadores puderem comprovar a veracidade do fóssil através de uma análise Raio-X à estrutura dos ossos e depois de datação radiométrica das rochas vulcânicas de Messel, eles descobriram que a pequena criatura viveu há cerca de 47 milhões de anos, no período Eoceno.
Uma equipa de cientistas liderada por Jorn Hurum revelaram, esta semana, um esqueleto de um primata fossilizado com 47 milhões de anos, sendo aclamado como o elo perdido na evolução dos primatas.
O fóssil foi descoberto há 25 anos por caçadores de fósseis amadores enquanto escavavam em Messel Pit, Alemanha, e adquirido por Hurum há cerca de dois. Desde então, reuniu uma equipa de especialistas e tem investigado o pequeno primata. Na passada Terça feira o fóssil foi apresentado à comunidade científica em Nova Iorque.
Este fóssil é a ponte para a evolução que separa os primatas superiores, tais como, macacos, grandes primatas e humanos, e os seus mais distantes parentes, os lémures.
"Este é o primeiro elo de ligação para todos os humanos," disse Hurum, do Museu de História Natural de Oslo, Noruega. Ida, o nome atribuído ao pequeno primata fossilizado, representa "a prova mais próxima daquilo que podemos ter como nosso ancestral comum."
Ida, propriamente chamado como Darwinius masillae, possui uma anatomia única. O esqueleto típico de lémure possui características dos primatas, incluindo, mãos que são usadas para agarrar objectos, polegares oponíveis, dígitos com unhas em vez de garras e membros relativamente curtos.
"Este espécime parece ser um fóssil primitivo de um macaco que pertence ao grupo que inclui-nos a nós," disse Brian Richmond, antropólogo biológico da Universidade George Washington em Washington, D.C., que não esteve envolvido no estudo.
Mas há uma grande falha no registo fóssil deste período, o Eoceno, disse Richmond. Os investigadores não têm a certeza quando e onde é que o grupo dos primatas que inclui os macacos, os grandes primatas e os humanos se separaram do outro grupo de primatas que inclui os lémures.
"Ida, é um dos importantes ramos da árvore evolutiva", disse Richmond, "mas não é o único ponto de ramificação."
Uma coisa é certa, o aspecto de Ida é inquestionável e único: a sua incrível preservação, inédito exemplar do período do Eoceno, e aparece numa época em que os primatas primitivos estavam num período de rápida evolução.
Os investigadores dizem que esta é uma prova evidente para a teoria da evolução das espécies de Charles Darwin que fala precisamente na transição das espécies.
Sir David Attenborough disse que Darwin "teria ficado extasiado" se tivesse visto este fóssil - e diria que o fóssil diz-nos quem nós somos e qual a nossa origem.
Mas afinal o que nos diz Ida segundo o lider desta investigação, Jorn Hurun?!

Publicado dia 19 de Abril de 2009; National Geographic; Sky News; http://www.revealingthelink.com/
terça-feira, 19 de maio de 2009
Fósseis Genómicos dos Lémures abrem caminho na compreensão da origem e evolução do HIV e outros lentivírus de primatas
Um retrovírus aparentado com o HIV estabilizou-se e integrou o genoma de muitos lémures há cerca 4.2 milhões de anos, de acordo com uma investigação liderada pelo Dr. Cédric Feschotte na Universidade do Texas, Arlington. A nova análise feita ao vírus imunodeficiente dos prosímios (pSIV) leva a uma nova compreensão sobre a evolução dos lentivírus.Baseados nas sequências fósseis recolhidas de diferentes espécies de lémures, os investigadores reconstruíram computacionalmente a sequência aparentemente intacta e completa do DNA do lentivírus ancestral dos prosímios. A descoberta de que duas diferentes espécies de lémures endémicas de Madagáscar sofreram, independentemente e quase em simultâneo, múltiplas infecções germinativas de pSIV providencia a evidência de que os lentivírus infectaram repetidamente a linha germinativa das espécies de prosímios.
Publicado dia 24 de Março de 2009; Science Daily
Notícia original: http://www.sciencedaily.com/releases/2009/03/090319224524.htm
Jounal Reference:
Gilbert et al. Parallel Germline Infiltration of a Lentivirus in Two Malagasy Lemurs. PLoS Genetics, 2009; 5 (3): e1000425 DOI: 10.1371/journal.pgen.1000425
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Evolução em Debate: De Darwin à Actualidade
Oportunidades de Emprego - Maio 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Novo paraíso para os Orangotangos

Foi criado na Malásia um novo hospital e santuário para prevenir a extinção dos orangotangos.
A ilha Orang Utan, situada no estado Perak, aloja mais de 20 primatas.
A maioria dos bébés orangotangos que foram rejeitados pelas mães encontram-se no centro de reabilitação, onde são surpervisionados e alimentados por uma equipa especializada.
Quando os orangotangos bébés crescem, socializam com outros orangotangos adultos, antes de serem devolvidos ao habitat natural.

Créditos Fotográficos: Orang Utan Island
Notícia original: http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/7955257.stm









































