terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Ofertas de Emprego

Field assistant: Social behavior and physiology of rhesus macaques on Cayo Santiago, Puerto Rico, Maria Rakhovskaya (PhD student at the University of Pennsylvania)

Field Assistant: Male/Infant Relationships in Sulawesi Macaques, Indonesia, Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology

Field Assistant for Milne-Edwards' Sifaka study in Ranomafana National Park, Madagascar, University of Toronto

Veterinary Technician II, Emory University- Yerkes National Primate Center- Field Station

Sr. Animal Resources Technologist (Trainer), UT M. D. Anderson Cancer Center

Director, Laboratory Animal Sciences Program, SAIC-Frederick, Inc.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

O Mundo dos Gorilas da Montanha


O Parque Nacional de Virunga da República Democrática do Congo e os vulcões que o rodeiam, são a casa de mais de metade da população de gorilas de montanha, existentes em todo o mundo.
Para assegurar a sobrevivência a longo prazo desta espécie ameaçada, as equipas de guardas-florestais controlam e patrulham o sector de Gorilas do parque.

Dois dos guardas-florestais, Diddy e Innocent, têm mantido um diário semanal no website da BBC News, que oferece uma visão do que está por trás da vida de quem anda na linha da frente da conservação.

Aqui, eles também compartilham vídeos que foram registando ao longo dos últimos meses.


Publicado dia 25 de Janeiro de 2008

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Nova espécie ameaçada de extinção

Se este macaco tem um olhar perplexo, poderá ser por causa da excitação que este tem causado entre os biólogos.
Um macaco uacari vive no noroeste da Amazónia. Até há pouco tempo pertencia a uma espécie desconhecida para a ciência, mas possui actualmente o nome científico, Cacajao ayresii, em honra do biólogo brasileiro Marcio Ayres, que foi pioneiro no estudo de uacaris.

Os uacaris são tradicionalmente associados às margens das florestas inundadas por rios, mas este indivíduo da foto foi descoberto numa área montanhosa do Pico de Neblina, região na fronteira entre o Brasil e a Venezuela, longe dos seus parentes. A nova espécie tem uma distribuição muito restrita, afirma Jean-Philippe Boubli da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, que irá ser descrita na próxima edição do International Journal of Primatology. Desde que viva fora de uma zona protegida, esta espécie poderá ser caçada por pessoas locais, Boubli diz que deverá ser imediatamente considerada como uma espécie ameaçada de extinção.

Publicado dia 22 de Janeiro de 2008

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Documentários na TV

SIC

Domingo, dia 3 de Fevereiro
» 12:00 - BBC Vida Selvagem: Expedition Borneo «

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NATIONAL GEOGRAPHIC

Domingo, dia 3 de Fevereiro
» 05:20 - Babuínos Do Vale. Repetição às 09:30 «

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ODISSEIA

Domingo, dia 3 de Fevereiro
» 00:00 - Macacos Urbanos Da Índia. Repetição às 8:00 «

Investigador Português que admite uma pré-linguagem nos macacos recebe prémio ISPA

O investigador Ricardo-da-Costa recebeu recentemente o prémio de investigação do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) por um trabalho que revela que os macacos têm mecanismos cerebrais semelhantes aos que permitem a linguagem nos seres humanos.

O estudo “Toward an evolutionary perspective on conceptual representation: Species-specific calls activate visual and affective processing systems in the macaque”, de Ricardo Gil-da-Costa, investigador do Salk Institute for Biological Studies, na Califórnia, nos Estados Unidos da América, e do Instituto Gulbenkian da Ciência, foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America.

O trabalho agora distinguido com o Prémio ISPA de Investigação em Psicologia e Ciências do Comportamento, que relaciona as disciplinas da psicologia e da neurobiologia, dedicou-se à análise das bases evolutivas do sistema de representação conceptual, ou seja, “as bases fisiológicas onde representamos mentalmente todos os conceitos que podemos imaginar, desde objectos, animais a interacções sociais, por exemplo”. Para saber como estão estruturadas as várias áreas cerebrais, os investigadores usaram métodos de imagiologia cerebral funcional, técnica que permite saber quais as áreas do cérebro que estão a processar determinada tarefa quando esta é exercida por um indivíduo, como ver, ouvir e memorizar, por exemplo. Esta técnica foi adaptada ao estudo de reacções do macaco rhesus, que tem um repertório de 10 a 12 vocalizações diferentes, associadas a diferentes eventos importantes e com um significado para estes macacos, que pode servir para estabelecer hierarquias, assinalar comida e avisar a presença de predadores.

Os investigadores obtiveram os mesmos resultados em macacos e em humanos.
“O que parece estar a acontecer é que, tal como em humanos, os macacos representam os conceitos de uma forma multimodal e distribuída e que representam o conceito de imagem como nós temos”, explicou o investigador à Agência Lusa.

O Prémio ISPA de Investigação em Psicologia Aplicada e Ciências do Comportamento distingue anualmente, desde 2003, com 2.500 euros o trabalho de um jovem investigador português, publicado nos três últimos anos numa revista internacional científica em Psicologia e áreas afins.

Fonte: Dica da Semana, 24 de Janeiro de 2008

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Ferramenta Ancestral


Uma equipa de arqueólogos liderada por Julio Mercader da Universidade de Calgary descobriu a primeira jazida arqueológica de chimpanzés, um agrupamento de pedras em forma de martelo, que eram usadas pelos macacos há 4300 anos, para esmagar/abrir nozes.
Através da análise dos grãos de polén embutidos nas pedras, a equipa foi capaz de identificar cinco espécies de nozes, quatro das quais não são consumidas pelos humanos.
A descoberta mostra que a utilização desta ferramenta não era um comportamento aprendido pelos chimpanzés por observação directa dos agricultores que viviam na zona, como acreditam alguns cépticos. Mercader pensa que os seres humanos e os chimpanzés podem ter herdado a utilização de ferramentas de pedra de uma espécie ancestral de macaco, que viveu acerca de 14 milhões de anos.

Apesar do uso de uma pedra para esmagar uma noz poder parecer uma tarefa simples, Mercader vê as pedras como pistas para um comportamento muito mais complexo. "Há provas claras de que os chimpanzés compreendem que matérias-primas necessitam", diz ele, lembrando que os macacos preferem tipos de pedra duráveis, tais como quartzo ou granito. Saber onde encontrar pedras requer um bom planeamento e memória, na densa selva onde a visibilidade ronda os 40 pés.
O número de comportamentos que são exclusivamente humanos tem vindo a diminuir à medida que os cientistas sabem mais sobre os nossos primos primatas, mas produzir ferramentas de corte ainda parece estar para além da capacidade dos chimpanzés que vivem em estado selvagem.

Publicado dia 16 de Janeiro de 2008

Ofertas de Emprego

Assistants needed for ruffed lemur project in Ranomafana National Park,Madagascar, Stony Brook University

Research Assistants Needed for Gelada Monkey Research in the EthiopianHighlands, Dr. Peter Fashing (Pittsburgh Zoo & Carnegie Mellon University) &Dr. Nga Nguyen (Cleveland Metroparks Zoo & Case Western Reserve University)

UK based Translators, Great Ape Film Initiative