segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

II Encontro ZOO DE LAGOS – TIVOLI LAGOS

SÁBADO, 9 DE FEVEREIRO DE 2008

Este evento destina-se a Angariação de fundos para a conclusão de uma instalação para chimpanzés

Local – Sala Lacóbriga do TIVOLI LAGOS

Jantar com Noite de Fados
€ 35 por pessoa

FADISTAS
Teresa Tapadas
Raquel Peters
Jorge Duarte
Maria da Saudade

MÚSICOS
Guitarra Portuguesa – Vítor do Carmo
Viola – José Santana
Baixo – Duarte Costa


PROGRAMA

19.30 – Breve apresentação do Zoo de Lagos como espaço de lazer e o seu trabalho na Educação e Conservação da vida selvagem. Director do Zoo de Lagos -Paulo Figueiras
19.45 – Estatuto dos chimpanzés ( Pan troglodytes ) “ in situ “ e principais ameaças. A problemática do tráfico e suas consequências. Drª Susana Costa – APP ( Associação Portuguesa de Primatologia )
20.15 – Início do Jantar
21.00 – Início da Noite de Fados

CONVIDADOS ESPECIAIS – Maria João Abreu ; Cristina Mholler e Paulo Sousa

sábado, 19 de janeiro de 2008

Cursos de Etologia em Primatas na Fundação Mona


A Fundação Mona (http://www.fundacionmona.org/) organizará durante o primeiro semestre de 2008 novas convocatórias de cursos de Etologia em Primatas. O objectivo fundamental destes cursos é estudar e compreender o comportamento dos primatas não humanos, não só numa vertente teórica mas também na prática. Assim, dedicaremos 43% do tempo da prática à observação etológica dos animais alojados no Centro de Recuperação de Primatas da Fundação Mona, e 57% à teórica.

Temos à disposição três níveis de formação: básica (nível 1), intermédia (nível 2) e avançada (nível 3). Não se poderão fazer os níveis 2 e 3 sem se ter completado os níveis inferiores.

A duração estimada de cada curso é de 15 horas (8,5 teóricas e 6,5 de práticas) distribuídas em dois únicos dias intensivos (Sexta e Sábado), que será levado a cabo a partir de Março de 2008. O horario será das 10h00 às 18h30. O preço da inscrição inclui pasta com caderno de campo, CD-ROM com material do curso e certificado de aproveitamento.

Próximas convocatórias, primeiro semestre de 2008 (Níveis 1 e 2):

Local da Formação:
Fundação Mona
Carretera de Cassà, 1km
17457 – Riudellots de la Selva, Girona
Espanha

Para mais informações e reservas:
Contactar: Miguel Llorente
E-mail: recerca@fundacionmona.org
Tel: 972 477 618

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Ofertas de Emprego

Investigador, WI National Primate Research Center
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1048

Trabalho de Campo com Chimpanzés no Rwanda, Great Ape Trust of Iowa
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1049

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Espécie rara de Lémure nasce em zoológico

Uma espécie rara de lémure nasceu no Zoo de Bristol.

Com dois meses de idade, Raz, um aye aye e o segundo da espécie a nascer na Grã-Bretanha, ainda tem o tamanho da palma da mão do seu tratador.

O aye aye, perto da extinção no país de onde é originário, em Madagáscar, é uma espécie de lémure que parece um cruzamento entre um rato e um morcego.

A tratadora de pequenos mamíferos, no jardim zoológico, Caroline Brown, disse: “Tomámos a decisão de o criar à mão antes do nascimento, pois a mãe não tem tido muito sucesso com outras crias. Até agora esta a responder muito bem. Está a ganhar peso e parece forte. Os Aye ayes, enquanto crias, têm um desenvolvimento bastante lento e necessitam de um regime alimentar intensivo".

O primeiro aye aye nascido em cativeiro também é do Zoo de Bristol, em 2005, uma fêmea chamada Kintana. Uma vez que era uma espécie que se pensava estar extinta, o aye aye é classificado como ameaçado. Os especialistas dizem que podem haver menos de 1000 representantes desta espécie.

Publicado dia 8 de Janeiro de 2008
Notícia original:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/england/bristol/somerset/7177701.stm

Espécie de macaco ameaçada cresce em número

Um macaco Guizhou Golden Snub-nosed come uma abóbora no seu recinto em Fanjing Mountain no sudoeste da China na Província de Guizhou, 6 de Janeiro de 2008.


É um dos três tipos de macacos Golden Snub-nosed, uma espécie protegida, apenas encontrada na China. A população aumentou de 350 para 800 nos últimos 20 anos, mas o número ainda é menor do que o dos Pandas Gigantes.



Publicada dia 8 de Janeiro de 2008
Notícia original:
http://www.china.org.cn/english/environment/238535.htm

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Assistentes de Campo / Voluntariado

Sarah Martin, Estudante doutorada pela ULg (Universite de Liege) em colaboração com Primates Oglan.
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1045

Capuchinhos de Face branca - Costa Rica
Valerie Schoof, Estudante Doutorada, Universidade Tulane
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/938

Cientistas descobrem diferenças culturais entre colónias de chimpanzés

O comportamento cultural socialmente adquirido, que se pensava ser exclusivo da espécie humana foi investigado em colónias de chimpanzés. Esta investigação/descoberta pertence a um grupo de cientistas da Universidade de Liverpool.

Historicamente, os cientistas acreditavam que as diferenças comportamentais entre colónias de chimpanzés eram devido a variações genéticas. No entanto, uma equipa de Liverpool descobriu que as variações de comportamento são estabelecidas por migrações de chimpanzés para outras colónias, provando que estes constroem a sua "cultura" de uma forma semelhante ao Homem.
O primatólogo, Dr. Stephen Lycett, explica: "Sabíamos que haviam diferenças comportamentais entre colónias de chimpanzés, mas ninguém sabia porquê. Considerou-se que os chimpanzés jovens desenvolviam determinadas características comportamentais a partir dos genes transmitidos através dos seus pais, mas não havia nenhuma evidência clara para apoiar tal facto. Foi também porque se pensava que o comportamento era determinado pela biologia, que se tornou evidente que os chimpanzés, não tinham uma "cultura" da mesma forma que os seres humanos.”

Ao analisar a forma como chimpanzés preparam os seus alimentos, a equipa de investigação descobriu que uma colónia utilizava ferramentas de pedra para partir nozes, enquanto outra colónia usava ferramentas de madeira. Eles descobriram estes métodos de preparação de alimentos disseminados por 4.000 km, desde a África Oriental à África Ocidental, durante os mais de 100,000 anos. A equipa também encontrou este facto comprovado em outras técnicas, tais como grooming = “catar”. A investigação sugere que a variabilidade comportamental é devido ao modo de como os chimpanzés socializam, em vez, tal como se pensava anteriormente, da genética.
Para investigar a teoria, os investigadores, construíram uma árvore evolutiva do comportamento do chimpanzé da África Oriental e da África Ocidental, bem como uma árvore genealógica. Tiveram que esperar para encontrar padrões genéticos partilhados com semelhanças comportamentais. Em vez disso, descobriram que alguns chimpanzés partilhavam semelhanças comportamentais com aqueles que eram geneticamente diferentes deles.

O Dr. Lycett, acrescentou: "Isso explica por que razão algumas colónias, por exemplo, usam métodos semelhantes para encontrar comida, adoptando certos comportamentos e adaptam métodos diferentes consoante o seu meio ambiente. Neste sentido, podemos ver pela primeira vez que a cultura existe nos nossos parentes mais próximos.”


Publicado dia 7 de Janeiro de 2008
Notícia original: http://www.physorg.com/news118938340.html