quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Ofertas de Emprego

Assistants needed for ruffed lemur project in Ranomafana National Park, Madagascar, Stony Brook University
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1059


Research Assistants Needed for Gelada Monkey Research in the Ethiopian Highlands, Dr. Peter Fashing (Pittsburgh Zoo & Carnegie Mellon University) & Dr. Nga Nguyen (Cleveland Metroparks Zoo & Case Western Reserve University)
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1053


UK based Translators, Great Ape Film Initiative
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1055

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Ofertas de Emprego

Field Manager/Assistants needed for lemur project in Madagascar, New York University
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1050


Primate Keeper, Jungle Island
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1051

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Remédio para Chimpanzés: “Comer lama!”

Longe de ser um comportamento disfuncional, a geofagia evoluiu como uma prática para a manutenção da saúde entre os chimpanzés.

Neste estudo particular, a geofagia é sugerida como prática para aumentar a ingestão de plantas com propriedades anti-malária.
De acordo com Sabrina Krief , e colegas, do Muséum National d'Histoire Naturelle em Paris, a ingestão deliberada de solo, ou 'geofagia', tem importantes benefícios para a saúde dos chimpanzés.

Apesar de a geofagia ser generalizada em todo o reino animal, no ser humano é compreendida como um comportamento estranho, algumas opiniões ligam-na a questões de saúde mental.

O artigo analisa as consequências da ingestão de solo no estado de saúde dos chimpanzés, do Parque Nacional Kibale, no Uganda.

Os chimpanzés foram observados a ingerir solo pouco antes ou após consumir partes de plantas, tais como folhas de Trichilia rubescens, que, em laboratório, se provou terem propriedades anti-malária.

Usando a mesma área de trabalho, a equipa de investigação recolheu catorze amostras de solo que os chimpanzés ingeriam, bem como folhas de árvores jovens de T. rubescens. Seguidamente, os investigadores desenharam um modelo de digestão para replicar o processo digestivo da mastigação, digestão gástrica e intestinal. As propriedades bioactivas das amostras foram então analisadas. O solo e as folhas foram examinados tanto individualmente, como misturados.
As folhas digeridas não mostraram uma actividade significativa anti-malária. No entanto, quando as folhas e o solo foram digeridos em conjunto, a mistura possuía, claramente, propriedades anti-malária.
Os investigadores também compararam a composição de solo ingerido pelos chimpanzés, com o conteúdo de solo utilizado por um curandeiro local para tratar os pacientes com diarreia. Todas as amostras de solo eram ricas em minerais de argila, caulinita, que são a principal componente de alguns medicamentos antidiarreicos. Além disso, as amostras utilizadas por chimpanzés e pelos humanos tinham exactamente o mesmo aspecto exterior, foram recolhidas num lugar semelhante e mostraram um perfil físico e químico equiparáveis, indicando conteúdos semelhantes.

Com base nestas observações, Krief comentou: "Esta sobreposição usada pelos seres humanos e chimpanzés é interessante, tanto evolutiva como na perspectiva de conservação – salvar os primatas e as suas florestas também é importante para a saúde humana".
Krief e colegas afirmaram que a procura deste suplemento mineral, o comportamento induzido por stress e a procura dos efeitos antidiarreicos da argila, foram as razões pelas quais a geofagia, nos chimpanzés, foi observada durante o período do estudo. Eles propõem que a geofagia tem propensão para ampliar as propriedades farmacológicas das plantas e este é o principal motivo que leva os chimpanzés a ingerir solo.

Assim, concluem que a geofagia é uma prática para a manutenção da saúde nos chimpanzés, que pode explicar a razão da persistência deste grupo ao longo da evolução.

Journal reference: Krief S, Klein N & Fröhlich F (2008). Geophagy: soil consumption enhances the bioactivities of plants eaten by chimpanzees. Naturwissenschaften (DOI 10.1007/s00114-007-0333

Publicado dia 11 de Janeiro de 2008


segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

II Encontro ZOO DE LAGOS – TIVOLI LAGOS

SÁBADO, 9 DE FEVEREIRO DE 2008

Este evento destina-se a Angariação de fundos para a conclusão de uma instalação para chimpanzés

Local – Sala Lacóbriga do TIVOLI LAGOS

Jantar com Noite de Fados
€ 35 por pessoa

FADISTAS
Teresa Tapadas
Raquel Peters
Jorge Duarte
Maria da Saudade

MÚSICOS
Guitarra Portuguesa – Vítor do Carmo
Viola – José Santana
Baixo – Duarte Costa


PROGRAMA

19.30 – Breve apresentação do Zoo de Lagos como espaço de lazer e o seu trabalho na Educação e Conservação da vida selvagem. Director do Zoo de Lagos -Paulo Figueiras
19.45 – Estatuto dos chimpanzés ( Pan troglodytes ) “ in situ “ e principais ameaças. A problemática do tráfico e suas consequências. Drª Susana Costa – APP ( Associação Portuguesa de Primatologia )
20.15 – Início do Jantar
21.00 – Início da Noite de Fados

CONVIDADOS ESPECIAIS – Maria João Abreu ; Cristina Mholler e Paulo Sousa

sábado, 19 de janeiro de 2008

Cursos de Etologia em Primatas na Fundação Mona


A Fundação Mona (http://www.fundacionmona.org/) organizará durante o primeiro semestre de 2008 novas convocatórias de cursos de Etologia em Primatas. O objectivo fundamental destes cursos é estudar e compreender o comportamento dos primatas não humanos, não só numa vertente teórica mas também na prática. Assim, dedicaremos 43% do tempo da prática à observação etológica dos animais alojados no Centro de Recuperação de Primatas da Fundação Mona, e 57% à teórica.

Temos à disposição três níveis de formação: básica (nível 1), intermédia (nível 2) e avançada (nível 3). Não se poderão fazer os níveis 2 e 3 sem se ter completado os níveis inferiores.

A duração estimada de cada curso é de 15 horas (8,5 teóricas e 6,5 de práticas) distribuídas em dois únicos dias intensivos (Sexta e Sábado), que será levado a cabo a partir de Março de 2008. O horario será das 10h00 às 18h30. O preço da inscrição inclui pasta com caderno de campo, CD-ROM com material do curso e certificado de aproveitamento.

Próximas convocatórias, primeiro semestre de 2008 (Níveis 1 e 2):

Local da Formação:
Fundação Mona
Carretera de Cassà, 1km
17457 – Riudellots de la Selva, Girona
Espanha

Para mais informações e reservas:
Contactar: Miguel Llorente
E-mail: recerca@fundacionmona.org
Tel: 972 477 618

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Ofertas de Emprego

Investigador, WI National Primate Research Center
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1048

Trabalho de Campo com Chimpanzés no Rwanda, Great Ape Trust of Iowa
Todas as informações em: http://pin.primate.wisc.edu/jobs/listings/1049

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Espécie rara de Lémure nasce em zoológico

Uma espécie rara de lémure nasceu no Zoo de Bristol.

Com dois meses de idade, Raz, um aye aye e o segundo da espécie a nascer na Grã-Bretanha, ainda tem o tamanho da palma da mão do seu tratador.

O aye aye, perto da extinção no país de onde é originário, em Madagáscar, é uma espécie de lémure que parece um cruzamento entre um rato e um morcego.

A tratadora de pequenos mamíferos, no jardim zoológico, Caroline Brown, disse: “Tomámos a decisão de o criar à mão antes do nascimento, pois a mãe não tem tido muito sucesso com outras crias. Até agora esta a responder muito bem. Está a ganhar peso e parece forte. Os Aye ayes, enquanto crias, têm um desenvolvimento bastante lento e necessitam de um regime alimentar intensivo".

O primeiro aye aye nascido em cativeiro também é do Zoo de Bristol, em 2005, uma fêmea chamada Kintana. Uma vez que era uma espécie que se pensava estar extinta, o aye aye é classificado como ameaçado. Os especialistas dizem que podem haver menos de 1000 representantes desta espécie.

Publicado dia 8 de Janeiro de 2008
Notícia original:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/england/bristol/somerset/7177701.stm